sábado, 27 de janeiro de 2018

Estudo do Apocalipse - Lição 07 - João e o livrinho aberto

Como o capítulo 7, o capítulo 10 de Apocalipse é uma profecia parentética. Ela se encontra entre a sexta e a sétima trombetas dos capítulos 8, 9 e 11:15. Ela apresenta um quadro da última mensagem de Deus antes da Segunda Vinda de Cristo. A linguagem do capítulo sugere que o livrinho que o anjo traz em suas mãos não estivera sempre aberto, mas agora seu conteúdo será revelado. Na lição de hoje aprenderemos sobre esse livrinho misterioso e os impressionantes desdobramentos da descoberta de seu significado.
Responda as perguntas, usando de preferência a Bíblia na versão Almeida Revista e Atualizada.
1. Qual foi a cena vista por João no capítulo 10 de Apocalipse? Apocalipse 10:1.
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Exilado na ilha de Patmos o idoso profeta contemplou mais uma magnífica revelação divina de um “anjo forte descendo do céu, envolto em nuvem...”. Frequentemente as Escrituras associam as nuvens com aparições de Cristo (Apocalipse 1:7 e 14:14). O arco-íris nos faz lembrar da aliança que Deus estabeleceu com Noé e com toda a humanidade, de que Ele nunca mais destruirá a terra “por águas de dilúvio” (Gênesis 9:12-15). Portanto, o conceito do arco-íris não era estranho ao profeta. Este arco representa a misericórdia e a justiça divina como sendo a base do governo de Deus.
2. Quem era esse anjo visto por João? Apocalipse 10:1. Comparar com Apocalipse 1:13-16.
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Este “anjo forte” visto por João é o próprio Jesus, “que criou o céu, a terra, o mar e tudo o que neles existe” (Apocalipse 10:6; cf. João 1:3). “O Seu rosto era como sol” (Apocalipse 10:1). Esta descrição é muito semelhante com a de Cristo em Apocalipse 1:13-16. Ele não é um ser criado, e sim o Criador, o Deus eterno. Ele disse de Si mesmo: “Eu sou o Alfa e ômega” [...], “aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.” [...] “Eu sou o primeiro e o último, e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte do inferno” (Apocalipse 1:8, 17, 18).  Quão confortante foi para João contemplar Jesus, o Senhor da história.
3. O que esse anjo trazia em sua mão? Apocalipse 10:2. Comparar com Daniel 12:4 e 7.
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O anjo segurava na mão um “livrinho aberto”. Quando o profeta Daniel recebeu sua última visão ele fora instruído a “encerrar as palavras, e a selar o livro, até o tempo do fim” (Daniel 12:4). Esta recomendação se aplica de modo específico à porção das profecias de Daniel, que trata dos últimos dias, especialmente ao elemento tempo dos 2.300 dias de Daniel 8:14, referentes à purificação do santuário e a restauração da verdade (Apocalipse 14:6-12).
O livrinho que se encontra aberto na visão de João é o mesmo que se encontrava fechado na visão de Daniel. Portanto, este “livrinho” que João viu é o livro do profeta Daniel. As “palavras” que se achavam encerradas nos dia de Daniel, não deveriam permanecer assim para sempre. Elas permaneceriam “fechadas” apenas até o “tempo do fim” (Daniel 12:9), até que se completasse o tempo especificado na profecia: “um tempo, dois tempos e metade de um tempo” (Daniel 12:7), ou três anos e meio. Considerando o princípio de interpretação profética “dia-ano” (Números 14:34; Ezequiel 4:6-7), este período de tempo corresponde aos 1.260 anos de supremacia papal (Daniel 7:25), que vai de 538 até 1798 d.C. 
Ao eliminar os Ostrogodos, a última tribo ariana, em 538 d.C., o papado não tinha mais obstáculos em seu caminho. Assim, em 538 deu-se início ao período de 1.260 anos de supremacia papal. No ano de 1.798, em decorrência da Revolução Francesa, o papa Pio VI foi aprisionado pelo general Berthier, da França. Este episódio marca o fim deste tempo profético de supremacia papal. De acordo com a profecia de Daniel, as palavras seladas do livro seriam desseladas e compreendidas depois 1798 d.C., no tempo do fim: “muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará” (Daniel 12:4). Que privilégio podermos compreender os segredos de Deus revelados para o tempo em quem vivemos!
4. Qual foi o juramento feito pelo anjo? Apocalipse 10:5-6.
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Nenhum juramento mais solene poderia ser feito (Hebreus 6:13). Ao jurar pelo Criador, o anjo, que é Cristo, jura por Ele mesmo. Ele declarou: “Já não haverá demora”. Esta profecia não se refere ao fim da história, mas ao ponto na história em que as profecias de tempo de Daniel 8-12 se cumpririam (Daniel 8:13-14; 12:7-12). Usando o historicismo como método de interpretação profética, identificamos o cumprimento das duas maiores profecias de Daniel (1.260 dias/anos e 2.300 dias/anos) em 1798 a.D. e 1844 a.D. O período que se segue é chamado de “tempo do fim” (Daniel 11:40; 12:4, 9).
5. Que ordem recebeu João? Apocalipse 10:8.
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Esta imagem do anjo com o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra, segurando o livrinho com a mão estendida para o céu, representa a abrangência mundial da mensagem deste livrinho. Representa também o surgimento de um movimento mundial de pregação das verdades contidas no livro de Daniel em conexão com as do Apocalipse.
6. O que o anjo disse aconteceria depois que João comesse o livrinho? Apocalipse 10:9.
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Multidões de estudiosos da Bíblia, em vários lugares do mundo, fremiam com a mensagem de que o tempo do fim se aproximava. Muitos acreditavam que o término do período profético de 2.300 anos assinalava a Volta de Jesus. Assim, a alegria que encheu seu coração com a certeza de que Jesus voltaria em 1844, foi como mel na boca. Porém, o doce se tornou amargo no estômago.
7. O que representa essa experiência agridoce vivida por João? Apocalipse 10:10.
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Os acontecimentos marcantes do fim do século XVIII e início do século XIX, como o grande terremoto de Lisboa em 1º de novembro de 1755, o escurecimento do sol no dia 19 de maio de 1780, o aprisionamento do papa Pio VI em 1798, e a queda de estrelas em 13 de novembro de 1833, provocou um grande despertamento religioso, o que levou muitas pessoas a estudar as profecias bíblicas, particularmente as do livro de Daniel. Muitos ficaram convencidos de que Jesus voltaria naqueles dias.
Foi o batista Guilherme Miller quem proveu um dos cálculos mais elaborados sobre a profecia das 2.300 tardes e manhãs e a purificação do santuário de Daniel 8:14.Depois, com os estudos adicionais de Samuel Snow, milhares de pessoas passaram a aguardar, com grande expectativa, o retorno de Cristo para o dia 22 de outubro de 1844, quando terminariam os 2.300 dias proféticos. Todavia, o dia passou e Jesus não voltou. Foi um grande desapontamento! O doce tornou-se amargo.
8. Segundo a profecia, quando o santuário celestial deveria ser purificado? Daniel 8:14. Hebreus 9:23
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A chave para a compreensão de Daniel 8:14 é a profecia das 70 semanas de Daniel 9. O cumprimento profético das 70 semanas comprova que Jesus era o Messias prometido. Ele foi “tirado” exatamente no meio da última semana profética. Ele deveria confirmar “o concerto com muitos por uma semana” (7 anos), e na “metade da semana” (3 ½ anos) faria “cessar o sacrifício e a oferta de manjares” (Daniel 9:27).
As 70 semanas proféticas, ou 490 anos literais, tiveram início com o decreto de Artaxerxes, rei da Pérsia, no ano 457 a.C., autorizando a reconstrução de Jerusalém (Esdras 7:11-26). De acordo com Daniel 9:25, avançando sete semanas proféticas, ou 49 anos literais, chegamos ao ano 408 a.C., quando termina a reconstrução da cidade. Depois disso, viajando sessenta e nove semanas, ou 483 anos, chegamos ao ano 27 a.D., quando o Messias seria ungido. Jesus neste ano foi batizado e iniciou o Seu ministério público.
Conforme a profecia de Daniel 9:27, o Messias faria “firme aliança com muitos por uma semana”, ou sete anos, mas na metade da semana, ou seja, ano 31 d.C., Jesus morreria pondo fim a todo o serviço sacrifical do Antigo Testamento. Após a morte de Cristo, restavam ainda 3,5 anos da última semana profética. Estes anos ainda serviram para a pregação do evangelho aos judeus. Este período profético das setenta semanas termina no ano 34 a.D., ano que Estevão foi martirizado. Nesse tempo houve grande perseguição contra os cristãos em Jerusalém e estes foram dispersos para muitos lugares. Saulo se converteu ao cristianismo e o evangelho foi pregado aos gentios (Atos 9:1-9; Colossenses 1:23).
Estas 70 semanas, ou 490 anos, eram um período seccionado, ou cortado do período maior de 2.300 anos. Subtraindo 490 de 2.300 temos um período restante de 1.810 anos. Acrescentando-se a este resultado a data de 34 a.D., ano do apedrejamento de Estevão, chegamos a significativa data de 1844. Fazendo uma comparação entre o calendário judaico e o atual (Gregoriano),o dia da expiação ou purificação do santuário, que era 10º dia do 7º mês, coincide com o dia 22 do mês de outubro.
9. O que pensavam os Mileritas ser a purificação do santuário? Atos 17:31; Mateus 25:31.
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Para Guilherme Miller a purificação do santuário consistia na purificação da Terra e da Igreja, que ocorreria na Segunda Vinda de Cristo, no final dos 2.300 anos. Para ele a Terra seria “purificada pelo fogo” (2 Pedro 3:7-12), no dia do juízo final. Desta maneira milhares de Mileritas (como eram chamados os seguidores de Miller) se prepararam para se encontrar com o Senhor. Porém, embora o elemento tempo estivesse correto nos cálculos da profecia, o evento não se referia ao retorno de Cristo, mas sim à purificação do Santuário Celestial.
10. O que de fato ocorreu no dia 22/10/1844? Hebreus 4:14-15.
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No 10º dia do 7º mês do calendário judaico ocorria o dia da expiação. Este dia envolvia um complexo ritual de purificação do santuário terrestre simbolizando arrependimento, confissão, perdão e purificação dos pecados (Levítico 16). Era um dia de acerto de contas. Assim como o sumo-sacerdote ministrava o sangue do cordeiro para fazer a purificação dos pecados registrados no santuário terrestre, Jesus também aplica os méritos de Seu precioso sangue a todo aquele que se achega a Ele pela fé, fazendo a purificação de nossos pecados (ver Hebreus 9:23).
No dia 22 de outubro de 1844 Jesus passou a atuar no lugar santíssimo do Santuário Celestial e iniciou o Seu ministério sumo-sacerdotal. Estamos vivendo o grande dia profético da expiação. Quando Cristo encerrar esta obra de mediação e juízo, Ele voltará para dar a recompensa a cada um (Mateus 25:31-46). A profecia do livrinho aberto que seria doce na boca e amargo no estômago é uma alusão ao grande desapontamento de 1844, quando milhares de cristãos aguardavam pela vinda de Jesus e Ele não voltou. Porém o anjo instruiu: “É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Apocalipse 10:11). A igreja remanescente que estivera oculta no deserto por 1.260 anos (Apocalipse 12:6, 14), seria revelada como um movimento mundial e as verdades que foram pisoteadas pela ponta pequena seria restaurada (Daniel 8:12; Isaías 58:12; Apocalipse 14:6-12). 
Avaliação: Responda as perguntas abaixo:
01 - 1. Qual foi a cena vista por João no capítulo 10 de Apocalipse? Apocalipse 10:1
Ele viu um anjo descendo do céu, envolto em nuvem, com o arco-íris por cima de sua cabeça; o rosto era como o sol, e as pernas, como colunas de fogo; e tinha na mão um livrinho aberto.
Ele viu um anjo subindo da Terra, envolto em nuvem, com uma luz envolvendo seu corpo; o rosto era sereno; e tinha na mão um livrinho fechado.
Ele viu um homem no Céu, que brilhava como um arco-íris; o rosto era como a lua, e as pernas, como metal brilhante.
Nenhuma das alternativas estão corretas.
02 - 2. Qual foi o juramento feito pelo anjo? Apocalipse 10:5-6
Ao jurar pelo Criador, o anjo, que é Cristo, jura por Ele mesmo, e então declarou: “Já não haverá demora”.
“Há um pouco mais de tempo”.
Gabriel faz o juramento, e então declara: “Já não haverá demora”.
Nenhuma das alternativas está correta.
03 - 3. O que o anjo disse que aconteceria depois que João comesse o livrinho e como se cumpriu? Apocalipse 10:9-10
“Certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas na tua boca, doce como mel”.
Muitos acreditavam, equivocadamente, que o término do período profético de 2.300 anos assinalava a Volta de Jesus.
A alegria que encheu o coração dos mileritas, com a certeza de que Jesus voltaria em 1844, foi como mel na boca. Porém, o doce se tornou amargo no estômago.
Todas as alternativas estão corretas.
04 - 4. Segundo a profecia, quando o Santuário Celestial deveria ser purificado? Daniel 8:14, Hebreus 9:23
No dia 22 de outubro de 1843, final dos 2.300 anos.
No dia 22 de outubro de 1844, final dos 2.300 anos.
No dia 23 de outubro de 1845, final dos 2.300 anos.
Nenhuma das alternativas está correta.
05 - 5. O que de fato ocorreu no dia em que terminou o período de 2.300 anos proféticos? Hebreus 4:14-15
No dia 22 de outubro de 1844 Jesus passou a atuar no lugar santíssimo do Santuário Celestial e iniciou o Seu ministério sumo-sacerdotal.
Entramos no período do grande dia profético da expiação, o tempo do fim.
Inicia o juízo. Quando Cristo encerrar a obra de mediação e juízo, Ele voltará para dar a recompensa a cada um.
Todas as alternativas estão corretas.
Decisão: Assinale sua decisão
Assinale se concordar com as declarações abaixo:
Desejo fazer parte do povo de Deus, a igreja remanescente, entregar minha vida a Jesus e me preparar para a Sua vinda.
Não quero tomar uma decisão.


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

O Sábado de Pôr-do-sol a Pôr-do-sol

Jesus proclama que é o Messias no Sábado

A primeira referência ao Sábado na vida de Jesus Cristo está em Lucas 4:16: “E, [Jesus] chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado,segundo o seu costume , na sinagoga e levantou-se para ler.”
Nesta primeira referência ao Sábado pelos evangelhos, ao princípio do ministério de Cristo, vemos que o costume de Jesus—a Sua atividade normal no Sábado—era de ir à sinagoga. Isto não foi um incidente isolado; Ele também continuou a ensinar durante o Sábado na sinagoga (Marcos 6:2; Lucas 13:10).
Continuando no registo de Lucas: “E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito: ‘O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor’. E, cerrando o livro, … começou a dizer-lhes: ‘Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos’” (Lucas 4:17-21).
Jesus citou a profecia de Isaías 61:1-2, a qual na sinagoga era reconhecida como uma profecia da época Messiânica. Ao dizer, “Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos,” Jesus reivindicava estar a cumprir esta profecia—e assim proclamou que Ele em pessoa era o Messias esperado! Jesus prosseguiu comparando o Seu ministério ao dos profetas Elias e Eliseu. Os Seus ouvintes entendendo claramente o significado do que Ele disse, quiserem matar Jesus imediatamente, devido ao que Ele afirmara, mas Ele escapou-se deles (Lucas 4:23-30).
Esta foi a primeira menção do Sábado durante o Seu ministério. Nesse dia, Jesus Cristo proclamou por primeira vez que Ele era o Messias profetizado —apresentando a Sua missão como salvador da humanidade. Foi um acontecimento muito importante. Nazaré foi onde Ele cresceu. As pessoas de lá foram as primeiras a ouvirem, nesse Sábado, que Ele era o Messias. Ele estava a apontar os Nazarenos para a esperança do Seu futuro reino—o evangelho, ou a boa-nova, tanto no seu aspecto presente como no cumprimento futuro.

Jesus faz curas e expulsa demônios no Sábado

Jesus começou imediatamente usando o Sábado para proclamar o Reino de Deus e para manifestar o Seu poder miraculoso como Messias.  “E desceu a Cafarnaum, cidade da Galileia, e os ensinava nos sábados. E admiravam-se da sua doutrina, porque a sua palavra era com autoridade” (Lucas 4:31-32).
De seguida, Jesus ordenou a um demônio para sair de um homem e, aos que estavam na sinagoga “…veio espanto sobre todos, e falavam uns com os outros, dizendo: Que palavra é esta, que até aos espíritos imundos manda com autoridade e poder, e eles saem?” (versículo 36).
Jesus então foi à casa de Pedro onde curou a sogra dele de uma febre. Finalmente, ao fim do Sábado, “ao pôr-do-sol, todos os que tinham enfermos de várias doenças lhos traziam; e, impondo as mãos sobre cada um deles, os curava. E também de muitos saíam demônios, clamando e dizendo: Tu és o Cristo, o Filho de Deus. E ele, repreendendo-os, não os deixava falar, pois sabiam que ele era o Cristo” (versículos 40-41).
Como Salvador, Jesus compreendeu o propósito do Sábado, de que era um tempo completamente ideal para trazer a Sua mensagem de cura, esperança e redenção à humanidade, e de viver essa mensagem através das Suas ações. Até mesmo os demônios reconheceram que Ele era  o profetizado Messias (que é o significado de “Cristo,” João 141) o prometido Rei e Libertador. Jesus serviu-se do Sábado para mostrar às pessoas que Ele era o Curador e Salvador da Humanidade.
Jesus mostrou o verdadeiro propósito da intenção do Sábado desde a sua criação: Deus criou o dia para ser uma bênção, um tempo de genuíno descanso afastado dos labores normais, quanto mais de intoleráveis cargas. Era um tempo para ser gozado, não sofrido. Mais, Ele disse que o Sábado foi criado para toda a humanidade, e não somente para a nação de Israel. Jesus Cristo compreendeu e explicou a verdadeira intenção do Sábado—isto é, ele foi criado para ser um dia de repouso do labor cotidiano, uma bênção e benefício para toda a humanidade.

Perto está o Senhor - Filipenses 4

Bom dia, Cafezinho com Palavra:
Filipenses capítulo 4 (ACF)
Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, Grande Eu Sou, Alfa e o Ômega, o Todo-Poderoso!

4 Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos. 5 Seja a vossa equidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor. 6 Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. 7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. 8 Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. 9 O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.


#JesusCristorestauravidas

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Sejam imitadores de Deus, como filhos amados - Efésios capítulo 5

Bom dia, Cafezinho com Palavra:
Efésios capítulo 5 (NVI)
Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, Grande Eu Sou, Alfa e o Ômega, o Todo-Poderoso!

1 Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados, 2 e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus. 3 Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual nem de qualquer espécie de impureza nem de cobiça; pois estas coisas não são próprias para os santos. 4 Não haja obscenidade nem conversas tolas nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, ação de graças. 5 Porque vocês podem estar certos disto: nenhum imoral nem impuro nem ganancioso, que é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus. 6 Ninguém os engane com palavras tolas, pois é por causa dessas coisas que a ira de Deus vem sobre os que vivem na desobediência. 7 Portanto, não participem com eles dessas coisas. 8 Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz, 9 pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade; 10 e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor. 11 Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz. 12 Porque aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso. 13 Mas, tudo o que é exposto pela luz torna-se visível, pois a luz torna visíveis todas as coisas. 14 Por isso é que foi dito: "Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti". 15 Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, 16 aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. 17 Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.
#JesusCristorestauravidas

domingo, 21 de janeiro de 2018

É inútil ter Cristo nos lábios e o mundo no coração - Isaías 29:10-19

10 Porque o Senhor derramou sobre vós um espírito de profundo sono, e fechou os vossos olhos, vendou os profetas, e os vossos principais videntes. 11 Por isso toda a visão vos é como as palavras de um livro selado que se dá ao que sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele dirá: Não posso, porque está selado.12 Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele dirá: Não sei ler. 13 Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído; 14 Portanto eis que continuarei a fazer uma obra maravilhosa no meio deste povo, uma obra maravilhosa e um assombro; porque a sabedoria dos seus sábios perecerá, e o entendimento dos seus prudentes se esconderá. 15 Ai dos que querem esconder profundamente o seu propósito do Senhor, e fazem as suas obras às escuras, e dizem: Quem nos vê? E quem nos conhece? 16 Vós tudo perverteis, como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Não me fez; e o vaso formado dissesse do seu oleiro: Nada sabe. 17 Porventura não se converterá o Líbano, num breve momento, em campo fértil? E o campo fértil não se reputará por um bosque? 18 E naquele dia os surdos ouvirão as palavras do livro, e dentre a escuridão e dentre as trevas os olhos dos cegos as verão. 19 E os mansos terão gozo sobre gozo no Senhor; e os necessitados entre os homens se alegrarão no Santo de Israel.