Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, Grande Eu Sou, Alfa e o Ômega, o Todo-Poderoso!
1 Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. 2 Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. 3 Pois pela graça que me foi dada digo a todos vocês: ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, pelo contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu. 4 Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função, 5 assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros. 9 O amor deve ser sincero. Odeiem o que é mau; apeguem-se ao que é bom. 10 Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios. 11 Nunca lhes falte o zelo, sejam fervorosos no espírito, sirvam ao Senhor. 12 Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. 13 Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade. 14 Abençoem aqueles que os perseguem; abençoem, e não os amaldiçoem. 15 Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram. 16 Tenham uma mesma atitude uns para com os outros. Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a pessoas de posição inferior. Não sejam sábios aos seus próprios olhos. 17 Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. 18 Façam todo o possível para viver em paz com todos. 21 Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.
Em nosso último estudo aprendemos sobre
um livro selado com sete selos que estava nas mãos de Deus. Foi declarado que
ninguém podia abrir o livro e, por isso, João chorava muito. Então veio a palavra
de conforto de um dos anciãos: “Não chores; eis que o Leão da tribo de
Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos” (Apocalipse
5:5).Hoje, descobriremos quais eventos ocorrem à medida que o Cordeiro rompe os
selos. Na abertura de cada selo vê-se um paralelismo com os eventos já
descritos nas sete cartas às igrejas. São aspectos de um grande conflito
envolvendo as forças do bem e as forças do mal, vistos de outro ângulo.
Há
um princípio fundamental de repetição ao se estudar as profecias do Apocalipse.
Elas não são sucessivas, mas repetitivas, isto é, elas refluem, cobrindo de
novo os mesmos períodos de tempo. Os sete selos, por exemplo, bem como as sete
trombetas, que ainda estudaremos, cobrem o mesmo período de tempo das sete
igrejas. Enquanto as sete cartas das sete igrejas tratavam da situação interna
das igrejas, os sete selos destacam aspectos externos da igreja cristã, seus
triunfos e fracassos.
Estudando Juntos
Responda as perguntas, usando de
preferência a Bíblia na versão Almeida Revista e Atualizada.
Os cavaleiros do Apocalipse – abertura
dos quatro primeiros selos
Cavalos e carros simbolizam mensageiros
da parte de Deus (ver Zacarias 1:8-11; Joel 2:4, 11; 2 Reis 6:16, 17). Quando
Jesus abre os primeiros quatro selos, cada um dos quatro seres viventes diz a
João: “Vem!”. Isso indica que cada cavalo estava sob a
orientação de um dos quatro seres viventes respectivamente. Quando o selo era
aberto, cada cavalo, com seu cavaleiro, saía para cumprir sua missão.
1. O que João viu quando o Cordeiro
abriu o primeiro selo? Apocalipse 6:1-2
Quando o primeiro selo foi aberto João
viu um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco e foi-lhe dada uma coroa e
ele saiu vencendo e para vencer. Esta imagem é um belo símbolo das
vitórias do evangelho no primeiro século. Um cumprimento da profecia
de Habacuque, que diz: “... já que andas montado nos teus cavalos, nos
teus carros de vitória?Tiras a descoberto o teu arco, e farta está a tua aljava
de flechas...” (Habacuque 3:8, 9). No Salmo 45:5 lemos: “As
tuas setas são agudas, penetram o coração dos inimigos do Rei; os povos caem
submissos a ti”.
Estima-se
que havia cinco milhões de Cristãos, apenas dentro do Império Romano, no
primeiro século da era cristã. Mas o progresso do cristianismo ultrapassou as
fronteiras de Roma e fez prosélitos em todas as partes do globo (Colossenses
1:5, 6, 23). Após o derramamento do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, a
pregação expandiu-se de forma extraordinária. Assim, podemos comparar a
abertura deste primeiro selo, com o período da igreja de Éfeso, que vai do ano
31 a. D., ano da morte de Cristo, até cerca do ano 100 a. D., quando morre
João, o escritor do Apocalipse.
2. O que João viu quando o Cordeiro
abriu o segundo selo? Apocalipse 6:3-4.
Na abertura do segundo selo João vê um
cavalo vermelho. Esta cor está associada na Bíblia às guerras e mortandade (2
Reis 3:22; Naum 2:3). Este cavaleiro bem pode representar o império
romano, na pessoa de seus imperadores, durante as terríveis
perseguições que foram movidas contra os cristãos, vítimas da intolerância para
com sua fé em Deus.
Ao
segundo cavaleiro foi dada a ordem de tirar a paz da terra, levar os homens a
se matarem e recebeu também uma grande espada. Este conjunto de informações
indica que, após a primeira e mais pura era do cristianismo, o espírito de amor
e paz deveria retirar-se da igreja, e ser substituído por um espírito de
discórdia, dissensão e controvérsias instigando os cristãos a se destruírem uns
aos outros. Este selo corresponde ao período da igreja de Esmirna, que
testificou o martírio de milhares por amor ao evangelho.
O
período do segundo selo se estende desde a morte de João, por volta do ano 100
a.D., até a assinatura do Edito de tolerância de Milão, pelo imperador
Constantino, em 313 a.D. Esse edito declarava que o Império Romano seria neutro
em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição e
devolvendo os lugares de culto e as propriedades que tinham sido confiscadas
dos cristãos. Assim, foi dado ao cristianismo o estatuto de legitimidade.
3. O que João viu quando o Cordeiro
abriu o terceiro selo? Apocalipse 6:5-6.
Quando
o Cordeiro abre o terceiro selo, João viu um cavalo preto. Se o cavalo branco,
do primeiro selo, representava a pureza do evangelho que avançou vitorioso nos
dias de Éfeso, o preto deve significar o contrário. Neste período houve a união
da religião e o poder civil quando Constantino, em 313 a.D., oficializou o
Cristianismo como religião do estado. Se o Cristianismo havia conquistado Roma,
agora Roma conquista o Cristianismo. O espírito de comercialização e
materialismo envolveu o cristianismo e várias doutrinas pagãs penetraram na
igreja cristã. Foi um período de trevas morais, apostasia e erros doutrinários.
O cavaleiro trazia em sua mão uma
balança. A balança na Bíblia é um símbolo de julgamento (Jó 31:6; Daniel 5:27).
Ao tempo do cavalo preto havia uma mensagem de advertência do juízo vindouro,
onde cada alma será pesada, e se não se arrepender, será achada em falta.
Aparece ainda uma voz dizendo: “Uma medida de trigo por um denário;
três medidas de cevada por um denário”. Um denário era o salario
normal por um dia de trabalho. Com ele você poderia comprar uma medida de trigo
(cerca de 650 gramas) ou três medidas de cevada (quase 2 kilos). A cevada era
consumida apenas pelos mais pobres, um tipo de alimento bem inferior ao trigo.
Em tempos normais, um denário comprava
vinte e quatro medidas de cevada, mas aqui só se compram três, ou seja, estava
havendo escassez de alimento. Isso representa fome espiritual, como nas
palavras do profeta: “Disse-me ainda: Filho do homem, eis que eu
tirarei o sustento de pão em Jerusalém; comerão o pão por peso e, com
ansiedade, beberão a água por medida e com espanto”(Ezequiel 4:16).
O
trigo é símbolo do evangelho puro, da Palavra de Deus e do povo de Deus (Mateus
13:24-30; 37, 38, 43). A cevada se parece com o trigo, mas é um alimento bem
inferior. Nos tempos de Roma servia para alimentar os pobres, ao passo que o
trigo era o alimento dos nobres. A cevada (doutrinas parecidas, mas falsas),
havia em abundância, mas o trigo (doutrina pura) estava em escassez. Então
havia uma escolha a ser feita entre o trigo e a cevada. O indivíduo está com o
salário do dia nas mãos e pode comprar uma medida de trigo ou três medidas de
cevada. Cada um deve fazer sua escolha. O terceiro selo encontra seu paralelo
com a igreja de Pérgamo, que estava sofrendo ataques com as doutrinas de Balaão
e dos Nicolaítas.
A voz ainda diz: “E não danifiques o
azeite e o vinho”. O azeite é símbolo do Espírito Santo (Zacarias
4:2-6) e o vinho símbolo do sangue de Cristo (Mateus 26:27-29; 1 Coríntios
11:25). A despeito da fome espiritual, a obra do Espírito Santo em aplicar o
sangue de Cristo aos corações sinceros deveria prosseguir. Este símbolo se
estende ainda ao povo de Deus, que deveria ser protegido da corrupção e fome da
Palavra de Deus.
4. O que João viu quando o Cordeiro
abriu o quarto selo? Apocalipse 6:7-8.
Na abertura do quarto selo surge o
último cavalo. Sua cor é amarelo esverdeada. A palavra grega aqui usada é Chloros,
traduzida em outros lugares como verde (Marcos 6:39; Apocalipse 8:7 e 9:4).
Quando uma planta está fora de alcance do sol, perde sua cor; seu verdor se
torna pálido. Deste modo, tendo-se afastado da fé apostólica, tornou-se
praticamente impossível aos raios do Sol da justiça, Cristo (Malaquias 4:2),
penetrarem as trevas espirituais daqueles dias.
O
fato do cavaleiro se chamar “morte” e de o “inferno” ou “sepultura” o seguir,
são símbolos da obra nefasta realizada contra os féis filhos de Deus na Idade
Média. Este período coincide com a igreja de Tiatira, quando o bispo de Roma
chega ao poder. A profecia apontava um domínio do papado por 1260 anos (Daniel
7:25; Apocalipse 12:6, 14; 13:5). Este período cumpre-se na história dos anos
538, quando é expulsa de Roma a última tribo ariana, os Ostrogodos, até 1798,
ano da prisão do Papa Pio VI, por ordem de Napoleão Bonaparte.
Nestes
12 séculos, fiéis filhos de Deus (Valdenses, Albigenses, Huguenotes, etc) foram
mortos pela espada, fome e através de animais selvagens. Milhares de inocentes
seguidores de Cristo pagaram com a própria vida a sua fidelidade à verdadeira
fé.
Jesus fez menção a este período: “Não
tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos
escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mateus 24:22). O
arrefecimento das perseguições só ocorreu em virtude do grande movimento da
Reforma Protestante. Quando Martinho Lutero afixou, no dia 31 de outubro de
1517, as 95 teses contra a venda de indulgências, ele estava dando início a uma
ferrenha luta contra os poderes das trevas e promovia um retorno à Bíblia como
única autoridade de fé e prática para o cristão.
Abertura dos últimos três selos
5. O que João viu quando o Cordeiro
abriu o quinto selo? Apocalipse 6:9-11.
Quando o Cordeiro abre o quinto selo,
João viu almas clamando debaixo do altar. A expressão “almas” não deve ser
compreendida à luz da crença popular, como algo imaterial, que se separa do
homem em sua morte. A palavra grega aqui é Psyche, que aparece 102
vezes no Novo Testamento, e equivale a ser vivente, ou mais apropriadamente
a uma pessoa (ver Atos 2:41; 7:14; 1 Pedro 3:20). De fato, em
toda a Bíblia, a expressão alma nunca se refere a uma entidade fora e
independente do corpo.
E quanto a este altar? No santuário dos
hebreus havia dois altares, o altar de incenso, no primeiro compartimento do
santuário, ou lugar santo; e o altar de holocausto, que ficava no pátio, fora
do santuário, onde os animais, após serem sacrificados, eram queimados e seu
sangue derramado debaixo do altar (Levítico 4:18, 25, 30 e 34). A cena do quinto
selo não é literal. Não existem pessoas reais clamando debaixo de um altar, mas
estas almas (pessoas) foram mortas por seu fiel testemunho, como “sacrificadas”
em nome de Cristo. O próprio Paulo usou terminologia parecida para falar de seu
martírio: “Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação
(sacrifício), e o tempo da minha partida é chegado” (2 Timóteo 4:6).
Este clamor simbólico tem a ver com os
martírios ocorridos na Idade Média, conforme visto na abertura do quarto selo.
Agora, simbolicamente, os mártires estão clamando por justiça: “Até
quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso
sangue dos que habitam sobre a terra?” Então vem a resposta do
céu: “Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes
disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o
número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles
foram” (Apocalipse 6:11). As vestes brancas são símbolos da justiça de
Cristo e de vitória (Apocalipse 19:8; 3:5). Estes mártires estão salvos
aguardando apenas o recebimento da recompensa, quando Jesus voltar à terra
(Apocalipse 22:12).
Outro detalhe chama a atenção é que
muitos ainda morreriam como mártires. Em paralelo com a abertura do quinto selo
está a quinta igreja, Sardes. Na carta a esta igreja vemos uma mensagem
semelhante: “Sê vigilante e consolida o resto que estava para
morrer...” (Apocalipse 3:2). Mesmo a Reforma Protestante não conseguiu
frear completamente as perseguições, pois o período de domínio papal se
estendeu ainda até 1798. O massacre de São Bartolomeu na França, em 1572, é um
exemplo de que muitos ainda morreriam pelo puro evangelho de Cristo.
6. O que João viu quando o Cordeiro
abriu o sexto selo? Apocalipse 6:12-17.
Na
abertura do sexto selo, torna-se evidente que a linguagem passa de simbólica
para literal. Os profetas no Antigo Testamento já haviam falado de grandes
sinais no mundo físico, no sol, na lua, nas estrelas (Joel 2:10). Quando se
abre o sexto selo ocorrem quatro eventos identificados assim na história:
a)
Grande terremoto – Lisboa, 1º de novembro de 1755.
b) O
sol se tornou negro como saco de crina – Nova Inglaterra, EUA, 19 de maio de
1780.
c) A
lua se torna como sangue – Nova Inglaterra, EUA, 19 de maio de 1780.
d)
Estrelas do céu caíram pela terra – Costa Leste dos EUA - 13 de novembro de
1833.
Os sinais vistos na abertura do sexto
selo foram também profetizados por Cristo (ver Mateus 24:29). Assim, aguardamos
agora apenas a abertura do sétimo e último selo do Apocalipse. Estamos vivendo
justamente depois do verso 13 e antes do 14 do capítulo 6. Daqui a pouco
veremos se cumprir o verso 14: “o céu recolheu-se como um pergaminho
quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar. Os
reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo
escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montese
disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face
daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande Dia
da ira deles; e quem é que pode suster-se?” (Apocalipse 6:14-17).
O capítulo 6 termina com uma pergunta e
há apenas uma resposta para ela: os 144 mil selados (Apocalipse
7). Só eles subsistirão neste tempo de prova. Em nosso próximo estudo
aprenderemos sobre este grupo especial.
7. O que João viu quando o Cordeiro
abriu o sétimo selo? Apocalipse 8:1.
Por que o céu estará em silêncio? Já
vimos que o ambiente do céu é cheio de música (Apocalipse 4:8), mas por que
agora há silêncio? Jesus tem a resposta: “Quando vier o Filho do Homem
na sua majestade e todos os anjos com Ele, então, se assentará no trono da sua
glória” (Mateus 25:31). O céu ficará em silêncio porque estará vazio.
Não ficará um só anjo, pois todos virão com Cristo para aquela gloriosa viagem
que vai durar uma semana. Isto mesmo! Faça os cálculos:
1
dia profético = 1 ano literal (12 meses)
12
horas = 6 meses
6
horas = 3 meses
2
horas = 1 mês
1
hora = 15 dias
Meia
hora = 7 dias
Conclusão
Os
anjos de Deus aguardam com fremente desejo a ordem de Cristo para vir à terra
buscar os salvos. Maravilhoso é pensar neste dia, em que todas as famílias
serão reunidas. Nunca mais haverá morte, nem luto, nem pranto nem dor, pois as
primeiras coisas passarão (Apocalipse 21:4). Todos nós temos um céu a alcançar
e um inferno a evitar. Qual será hoje sua decisão? Seu coração pertence
completamente a Cristo?
Avaliação:
Responda as perguntas abaixo:
01 - 1. O que João viu quando o Cordeiro abriu o
primeiro e o segundo selo? Apocalipse 6:1-4
Quando
o primeiro selo foi aberto João viu um cavalo amarelo e o seu cavaleiro com um
arco e foi-lhe dada uma coroa e ele saiu vencendo e para vencer.
A
abertura do segundo selo João vê um cavalo azul.
O
segundo cavaleiro, pode representar o império romano, na pessoa de seus
imperadores, durante as terríveis perseguições que foram movidas contra os
cristãos, vítimas da intolerância para com sua fé em Deus.
Todas
as alternativas estão corretas.
02 - 2. O que João viu quando o Cordeiro abriu o
terceiro e o quarto selo? Apocalipse 6:5-8
João
viu um cavalo preto. Neste período houve a união da religião e o poder civil
quando Constantino, em 313 a.D., oficializou o Cristianismo como religião do
estado.
O
cavaleiro, do terceiro selo, trazia em sua mão uma balança. A balança na Bíblia
é um símbolo de julgamento.
No
quarto selo surge o último cavalo. Sua cor é amarelo-esverdeada. A profecia
apontava um domínio do papado por 1260 anos.
Todas
as alternativas estão corretas.
03 - 3. O que João viu quando o Cordeiro abriu o
quinto selo? Apocalipse 6:9-11
João
viu almas (pessoas) clamando debaixo do altar.
A
cena do quinto selo não é literal. Não existem pessoas reais clamando debaixo
de um altar, mas estas almas (pessoas) foram mortas por seu fiel testemunho,
como “sacrificadas” em nome de Cristo.
Mesmo
a Reforma Protestante não conseguiu frear completamente as perseguições, pois o
período de domínio papal se estendeu ainda até 1798.
Todas
as alternativas estão corretas.
04 - 4. O que João viu quando o Cordeiro abriu o
sexto selo? Apocalipse 6:12-17
Grande
terremoto – Lisboa, 1º de novembro de 1755.
O
sol se tornou negro como saco de crina – Nova Inglaterra, EUA, 19 de maio de
1780.
A
lua se torna como sangue – Nova Inglaterra, EUA, 19 de maio de 1780. E estrelas
do céu caíram pela terra – Costa Leste dos EUA - 13 de novembro de 1833.
Todas
as alternativas estão corretas.
05 - 5. O que João viu quando o Cordeiro abriu o
sétimo selo? Apocalipse 8:1
O
céu ficou em silêncio, ele se esvaziou dos anjos. Não ficará um só anjo, pois
todos virão com Cristo para uma gloriosa viagem de uma semana.
A
viagem durará meia hora = 7 anos.
A
viagem durará meia hora = 12 dias.
Nenhuma
das alternativas está correta.
Decisão:
Assinale sua decisão
Assinale se concordar com as declarações abaixo:
Desejo
entregar minha história para que Jesus possa dirigi-la.
A
palavra trono ocorre 62 vezes no Novo Testamento. Destas, 47 aparecem no livro
do Apocalipse e, no capítulo 4, temos 14 ocorrências. Ou seja, trono é uma
palavra chave neste capítulo. Este é o trono de Deus e suas várias referências
servem para nos lembrar que existe um trono exaltado acima de todos os tronos,
de onde Deus governa este planeta conduzindo sua história para um final feliz
para todos os que aceitam Seus planos. O cenário da visão do capítulo 4 e 5 de
Apocalipse é o próprio santuário celestial, onde se encontra o trono de Deus e
Cristo ministra em favor de Seus filhos.
Estudando Juntos
Responda as perguntas usando de
preferência a Bíblia na versão Almeida Revista e Atualizada.
O trono de Deus
1. Que cena João viu e que convite lhe
foi feito? Apocalipse 4:1.
Saímos
de uma porta no capítulo 3 (verso 20) para uma outra no capítulo 4 (verso 1).
Que porta é esta? O santuário terrestre era um tipo do Santuário Celestial
(Hebreus 8:5; 9:23, 24), e João contemplou “uma porta aberta no céu”, não
aberta para o céu, isto é, era uma porta no Santuário Celestial.
Depois
de contemplar a porta, João ouve a mesma voz de trombeta que havia ouvido na
visão do Cristo ressurreto (1:10). Jesus inicia aqui as revelações a João
fazendo-lhe um convite para entrar por esta porta. Jesus mostra a João o que
aconteceria “depois destas coisas”, certamente uma alusão aos eventos que
teriam lugar na história, como os períodos das sete igrejas dos capítulos
anteriores que estudamos.
2. Além de uma porta aberta no céu o
que mais João viu? Apocalipse 4:2-3.
João
havia descrito a Jesus em termos humanos, de acordo com o que ele viu
(Apocalipse 1:13-16). Já no capítulo 4 ele não diz quem estava sentado no
trono. Havia uma presença e por causa de Seu caráter divino, e muito brilho ao
Seu redor, tornara-se difícil para o profeta descrever a divindade em termos humanos
(ver Ezequiel 1:26-28). Outros textos vão indicar que aquele que está sentado
no trono é Deus, o Pai (ver Apocalipse 4:10, 11; 6:16, 17; 7:9), contudo Deus e
Jesus estão tão intimamente unidos (João 10:30) que algumas vezes João os vê
partilhando o mesmo trono (Apocalipse 5:6; 7:17; 22:1, 3).
O arco-íris é semelhante a esmeralda. O
verde vivo desta pedra expressa bem a misericórdia de Deus e, ao redor do
trono, o arco-íris é um belo símbolo de esperança, quando apareceu pela
primeira vez o arco-íris foi um sinal do eterno concerto de paz da parte de
Deus (Gênesis 9:11-17). Mas não pode haver arco-íris sem a união da luz solar e
das gotas de água. Assim, o arco circundando o trono é uma figura da
misericórdia e justiça divina que se encontram e se misturam. O salmista
declara: “Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se
beijaram” (Salmo 85:10).
3. Quantos anciãos haviam sentados em
tronos ao redor do trono principal? Quem são eles? Apocalipse 4:4; 5:9; Mateus
27:50-53.
Os
vinte e quatro anciãos são mencionados 12 vezes no Apocalipse. Eles se vestem
de branco, como os sacerdotes do tempo de Israel, um símbolo da “justiça dos
santos” (Apocalipse 19:8). O fato de usarem coroas de ouro indica que foram
vitoriosos sobre o pecado (2 Timóteo 4:8). São, portanto, pecadores salvos pela
graça e que foram escolhidos para representar todos os salvos de todas as
nações do mundo.
A Bíblia na Nova Versão
Internacional, em Efésios 4:8 diz: “Quando ele subiu em triunfo às
alturas, levou cativo a muitos prisioneiros, e deu dons aos homens”. Para que
Jesus iniciasse Seu ministério no santuário celestial foi ungido com “óleo da
alegria como a nenhum dos teus companheiros” (Hebreus 1:9). Esses
“companheiros” não eram anjos, eram homens, aqueles que com Ele foram despertos
de suas sepulturas (Mateus 27:50-53). Eles também são um cumprimento típico do
serviço do santuário onde havia vinte e quatro turnos no sacerdócio levítico
(ver 1 Crônicas 24:3-19; Lucas 1:5, 8, 9).
4. O que mais viu João diante do trono?
Apocalipse 4:5.
João
disse que diante do trono ardem sete tochas de fogo, e que essas tochas são os
“sete espíritos de Deus”. No santuário terrestre havia um candelabro com sete
lâmpadas, as quais deviam estar sempre acesas (ver Êxodo 25:31-39). Sendo o
número sete uma figura de totalidade e perfeição, neste contexto se refere ao
Espírito de Deus em Sua plenitude (Zacarias 4:10; Provérbios 15:3). Assim, a
visão revela a presença da Trindade neste capítulo, de modo semelhante ao
capítulo um.
5. Que outros seres João viu ao redor
do trono e qual era sua aparência? Apocalipse 4:6-8.
João
não foi o primeiro profeta que contemplou estes quatro seres viventes. O
profeta Ezequiel teve visão similar muito antes dele (ver Ezequiel 1:4-10).
Estes seres pertencem a categoria de serafins, já que possuem seis asas (Isaías
6:1-3), enquanto que os querubins possuem quatro asas (Ezequiel 10:19-21).
Alguns comentaristas têm ligado esses
quatro seres viventes a quatro aspectos do ministério de Cristo, realçados nos
evangelhos. Mateus escreve sobre o caráter real de Jesus dando ênfase ao rei em
seu reino (25:34; 27:37). Isto é bem simbolizado pelo Leão, o
majestoso rei dos animais. Marcos retrata a Jesus principalmente como servo dos
homens (9:35; 10:44), sendo o novilho (boi) o símbolo de
serviço. O evangelista Lucas revela Jesus como filho do homem (4:1-2; 9:56),
daí o rosto como de homem. Por sua vez, João destaca a deidade de
Jesus (1:1, 14; 10:1-2; 10:30). Essa característica de Jesus é simbolizada
pela águia voando.
Ainda
outra aplicação pode ser feita às tribos de Israel. Embora o relato da
organização delas no deserto, em Números 2, não mencione, a tradição judaica
ensina que elas estavam sob os estandartes das quatro tribos líderes. O
estandarte da tribo de Judá era um leão; da tribo de Ruben um homem; o
estandarte da tribo de Efraim um boi e, da tribo de Da~, uma águia.
6. Que cântico João ouviu destes quatro
seres viventes e dos vinte e quatro anciãos? Apocalipse 4:9-11.
Nesta
cena litúrgica, todo o céu se une num espírito de louvor e ações de graças. A
ênfase deste cântico está no fato de Deus ser o Criador de todas as coisas e
por isso é o único ser digno de receber a glória, a honra e o poder. Em
qualquer lugar na Bíblia, quando se faz referência ao direito de Deus a`
reverencia e adoração, acima dos deuses dos pagãos, enumeram-se as provas de
Seu poder criador.
Um livro selado com sete selos
7. João acrescenta novos detalhes à
visão. O que ele viu na mão direita de Deus? Apocalipse 5:1.
Os
selos eram usados na antiguidade para autenticar e dar validade a documentos
(ver 1 Reis 21:8; Neemias 9:38; Ester 8:8), e também para selar (fechar) o
conteúdo de uma mensagem escrita (Isaías 29:11; Daniel 12:4, 9).
Que
livro selado é esse selado com sete selos? O capítulo 6 de Apocalipse lança luz
sobre o conteúdo deste livro. Refere-se ao desenrolar e progresso da história
cristã através dos séculos. João percebeu a importância do conteúdo do livro e,
ansioso por conhecê-lo, entrou em desespero e começou a chorar (Apocalipse
5:4), porque não foi achado ninguém digno, no universo inteiro, capaz de abrir
o livro e desatar-lhe os selos.
8. Qual foi a boa notícia que um dos
vinte quatro anciãos trouxe para João? Apocalipse 5:5.
A
expressão “Leão da tribo de Judá” é tomada de Gênesis 49:9, quando Jacó
(Israel), no leito de morte, pronunciou as “bênçãos” a seus filhos.
Referindo-se a Judá, ele predisse que o mesmo teria preeminência entre seus
irmãos. Mais tarde o trono de Israel seria ocupado por seus descendentes (1
Samuel 16:1; 1 Reis 9:4-5). E Jesus descendia de Judá (Mateus 1:1-16; Hebreus
7:14).
Já a expressão “Raiz de Davi” se baseia
em Isaías 11:1, 10, quando se fala acerca da “Raiz de Jessé”, o pai de Davi.
Paulo usa a figura da “raiz” como se referindo a Cristo, o segundo Davi
(Romanos 15:8-12). Para que não reste dúvida sobre a identidade da “raiz de
Davi”, o próprio Jesus declarou: “Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos
testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a
brilhante Estrela da manhã” (Apocalipse 22:16).
O texto ainda diz que Jesus “venceu
para abrir o livro e os seus sete selos”. Jesus venceu a Satanás no
deserto da tentação (Mateus 4:1-11), e também o venceu na cruz (João 16:33;
Apocalipse 12:10), e hoje nos oferece a vitória (1 Coríntios 15:57; Apocalipse
3:21).
O Cordeiro de Deus
9. O que João contemplou em seguida e
que estava no meio do trono? Apocalipse 5:6.
O
ancião havia dito a João que o “Leão de Judá” era digno de abrir o livro. Mas
quando ele se volta para o trono ele vê um cordeiro. Que contraste! O profeta
Isaías usou o símbolo de um cordeiro para representar o Messias (Isaías 53:7).
No Novo Testamento o simbolismo se aplica a Jesus (João 1:29; 1 Pedro 1:19). No
livro do Apocalipse a palavra cordeiro aparece 29 vezes e se aplica a Jesus
(Apocalipse 7:14; 22:1).
10. O que aconteceu quando o Cordeiro,
Jesus, tomou o livro selado das mãos de Deus? Apocalipse 5:7-10.
Quando
Jesus tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos
prostraram-se diante dEle e O adoraram. Só Jesus era digno de abrir os sete
selos e desvendar, perante Seu povo, os eventos da história desde os dias de
João até o estabelecimento do Seu reino. Eles cantavam que Jesus era digno:
“foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda
tribo, língua, povo e nação”.
O
tema central deste cântico é que fomos comprados por preço de sangue. Jesus
pagou o preço de nossa redenção morrendo sobre a cruz (1 Pedro 1:18-20). Por
isso somente Ele é digno de ser louvado por toda a eternidade (Atos 4:11, 12).
Conclusão
Em
nosso próximo estudo aprenderemos sobre abertura do livro selado com sete
selos. Cada selo, ao ser aberto pelo Cordeiro, revela um acontecimento da
história envolvendo Seu povo. Veremos que Deus não está alheio a tudo que se
passa em nosso planeta. Descobriremos um Deus de amor que se importa com Seus
filhos e, trabalha incansavelmente para a salvação deles. De fato, na cruz,
Deus entregou Seu filho como o pagamento exigido por nosso resgate (João 3:16).
11. Como posso me apropriar dos méritos
de Cristo para minha salvação? Apocalipse 3:20; João 1:12.
Esta é a estranha obra de Deus – o
justo morre para que o pecador viva! Jesus foi tratado como nós merecíamos,
para que pudéssemos receber o tratamento que Ele tinha direito. Foi condenado
pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que fôssemos
justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte. Sofreu a morte que
nos cabia para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia. Nas palavras do
profeta Isaías: “… Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e
moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele,
e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5).
Avaliação:
Responda as perguntas abaixo:
01 - 1. Que cena João viu e que convite lhe foi
feito? Apocalipse 4:1
“Uma
porta aberta no céu”, era uma porta no Santuário Celestial, e ouviu uma voz
dizendo: "Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois
destas coisas".
Ele
viu o santuário terrestre e Cristo ministrava no lugar do sacerdote.
Depois
de contemplar a o santuário terrestre, João ouve a mesma voz de trombeta que
havia ouvido na visão do Cristo ressurreto.
Nenhuma
das alternativas está correta.
02 - 2. De acordo com o texto bíblico e o texto da
lição, qual foi a boa notícia que um dos vinte quatro anciãos trouxe para João
e o que significa? Apocalipse 5:5
“Não
chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o
livro e os seus sete selos”.
Jesus
venceu a Satanás no deserto da tentação e também o venceu na cruz, e hoje nos
oferece a vitória.
A
boa notícia da vitória de Cristo garante a vida eterna para quem O aceita e
vive de acordo com Sua vontade.
Todas
as alternativas estão corretas.
03 - 3. O que João contemplou em seguida e que
estava no meio do trono? Apocalipse 5:6
Ele
vê no meio do trono um Cordeiro, como se estivesse morto, com sete chifres e
sete olhos.
Ele
vê no meio do trono um bode, como se estivesse morto, com sete chifres e sete
olhos.
Ele
vê apenas um trono, usado para julgar o mundo.
Nenhuma
das alternativas está correta.
04 - 4. O que aconteceu quando o Cordeiro, Jesus,
tomou o livro selado das mãos de Deus? Apocalipse 5:7-10
Quando
Jesus tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos
prostraram-se diante dEle e O adoraram.
Só
Jesus era digno de abrir os sete selos e desvendar, perante Seu povo, os
eventos da história desde os dias de João até o estabelecimento do Seu reino.
Eles
cantavam que Jesus era digno: “foste morto e com o teu sangue compraste para
Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação”.
Todas
as alternativas estão corretas.
05 - 5. Como posso me apropriar dos méritos de
Cristo para minha salvação? Apocalipse 3:20; João 1:12
Aceitando-o
como o meu salvador pessoal e vivendo de acordo com Sua vontade.
Fazendo
uso dos méritos de Cristo para obter o perdão dos meus pecados, sendo assim
justificado.
Não
há mérito em nós, mas por meio de Cristo podemos ser justificados por Sua
justiça.
Todas
as alternativas estão corretas.
Decisão:
Assinale sua decisão
Assinale se concordar com as declarações abaixo:
Creio
que Deus, de Seu trono no céu, governa este planeta e está conduzindo sua
história para um final feliz!
Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, Grande Eu Sou, Alfa
e o Ômega, o Todo-Poderoso!
Bem-aventurado
o homem que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da
vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.Ninguém, sendo tentado, diga: De
Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado
pela sua própria concupiscência.Depois,
havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo
consumado, gera a morte.Não
erreis, meus amados irmãos.Toda a
boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em
quem não há mudança nem sombra de variação.Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da
verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas. Portanto,
meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar,
tardio para se irar. Porque a ira
do homem não opera a justiça de Deus.Por isso, rejeitando toda a imundícia e superfluidade de malícia,
recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas
almas.E sede cumpridores da
palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não
cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural;Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo
se esquece de como era.Aquele,
porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não
sendo ouvinte esquecediço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no
seu feito.Se alguém entre vós
cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a
religião desse é vã.A religião
pura e imaculada para com Deus e Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas
suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.