sábado, 6 de maio de 2017

Bom dia, Cafezinho com Palavra - 06/05/2017

Daniel - A profecia das 2.300 tardes e manhãs - Parte 7
Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!

Segundo Daniel 9:25 o início das 70 semanas começaria com a restauração e edificação de Jerusalém e seu status de autonomia governamental, isso se deu com o decreto de Artaxerxes em 457 a.C. (ver Esdras 6:14; 7:1-26). Gabriel dividiu a profecia em períodos: 7 semanas + 62 semanas = 69 semanas. Se cada semana possui 7 dias e estamos falando em dias proféticos, ou seja, cada dia representando um ano, assim temos o seguinte cálculo: 69 semanas x 7 dias = 483 dias proféticos / anos literais. Se partirmos do ano 457 a.C., data do decreto de Artaxerxes, e viajarmos no tempo 483 anos, chegaremos ao ano 27 d.C. Segundo o anjo, este seria o ano do aparecimento do “Ungido”, o “Príncipe”, e isso aconteceu, ao fim 69 semanas da profecia, no 15º ano de Tibério César, justamente o ano 27 d.C., este foi o ano do batismo de Cristo, quando Ele recebe a unção do Espírito Santo (Lucas 3:21, 22; Mateus 3:16). Jesus estava então com cerca de 30 anos ao iniciar Seu ministério terrestre (Lucas 3:23).

Jesus foi batizado no ano 27 d.C., conforme a profecia Ele faria uma “firme aliança com muitos, por uma semana”, ou sete anos, alcançando assim 34 d.C. O acontecimento que assinala o fim desse período de aliança foi o apedrejamento de Estevão, um dos sete diáconos da igreja primitiva. Antes de morrer ele contemplou Jesus em pé a direita do Pai, numa atitude de reprovação e julgamento à nação judaica (ver Atos 7:1-58). Isso ocorreu no ano 34 d.C. e determina o fim dos 490 anos (70 semanas x 7 dias = 490 dias proféticos / anos literais) de oportunidade ao povo judeu como povo escolhido. Após isto Deus levantou Sua igreja para através dela o evangelho fosse pregado a todas as nações. Saulo, que estava presente no apedrejamento de Estevão, tornou-se Paulo, o apóstolo dos gentios, e pregou o evangelho aos pagãos, gregos e romanos (Atos 9:1-9; Romanos 1:1). Segundo Daniel 9:27, na metade da semana profética cessaria o sacrifício e a oferta de manjares, Jesus fez isso, Ele próprio deu fim ao sistema de sacrifícios do Antigo Testamento tornando-se a própria oferta (João 1:29; 1 Coríntios 5:7). No exato momento de Sua morte, o véu do templo, que separava o local santo do santíssimo, rasgou de alto a baixo, indicando assim o fim daquele sistema tipológico de salvação (Mateus 27:50, 51; Hebreus 9:11-15 e 28). 

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Fontes: BíbliaOnline e Guia de Estudo Bíblia Fácil

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Bom dia, Cafezinho com Palavra - 05/05/2017

Daniel - A profecia das 2.300 tardes e manhãs - Parte 6
Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!

Se a profecia do santuário de Daniel 8:14 aconteceu 600 anos a.C., então não pode estar se referindo ao santuário terrestre, destruído no ano 70 d.C. A profecia apontava para uma purificação no fim do período de 2.300 anos, o que excede a história do santuário terrestre, o santuário a ser purificado no fim das 2.300 tardes e manhãs era o Santuário Celeste (Hebreus 9:23, 24). Assim como a purificação do santuário terrestre, nos dias do Antigo Testamento, representava um juízo de vindicação do povo de Deus, o mesmo ocorrerá ao término da purificação do Santuário Celestial, O povo de Deus será vindicado, a Lei de Deus que fora pisada pelo chifre pequeno será restaurada, e a igreja remanescente que estivera oculta no deserto por anos, será revelada (Apocalipse 12:6 e 16)

“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus 4:15,16). A profecia das 2.300 tardes e manhãs é a mais longa da Bíblia e chega até os nossos dias. Ela traz revelações surpreendentes sobre a vinda do Messias e a conclusão do grande plano da salvação. Daniel pensava que a profecia de purificação do santuário (Daniel 8:14) se referia a restauração do templo e da cidade de Jerusalém, que estavam em ruínas, Jerusalém e o Templo de Salomão foram destruídos na terceira invasão babilônica no ano 586 a.C. (ver 2 Reis 25:8, 9). Enquanto Daniel orava (Daniel 9:21-23) o anjo Gabriel foi enviado para explicar a Daniel a visão (Daniel 9:23). A visão das 2.300 tardes e manhãs (Daniel 8:14), esta que Daniel não havia compreendido (Daniel 8:26, 27). Ele introduz a profecia das 70 semanas.
Daniel havia orado por seu povo e pelo santuário terrestre que estava desolado, por isso o Anjo se limita a um período menor relacionado com o povo e sua cidade, Jerusalém. A palavra “determinada” (Daniel 9:24) aqui pode ser traduzida literalmente como “cortada”, ou seja, as 70 semanas ou 490 anos seriam cortados do período maior de 2.300 anos. Este período de tempo seria destinado ao povo judeu para: a) fazer cessar a transgressão; b) dar fim aos pecados; c) expiar a iniquidade; d) trazer a justiça eterna; e) selar a visão e a profecia e f) ungir o santo dos santos. Em outras palavras, o Céu esperava arrependimento por parte dos israelitas e se isso não acontecesse, o povo perderia o privilégio de ser de ser a nação escolhida.

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Fontes: BíbliaOnline e Guia de Estudo Bíblia Fácil


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Bom dia, Cafezinho com Palavra - 04/05/2017

Daniel - A profecia das 2.300 tardes e manhãs - Parte 5
Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!

A purificação do santuário ilustrava então três fases do ministério de Cristo: 1- sacrifício substitutivo, 2- mediação sacerdotal e 3- julgamento final. O bode emissário, ou Azazel, que era levado para o deserto e abandonado para ser morto é uma representação de Satanás que, após a Volta de Cristo, será aprisionado por 1.000 anos (Jeremias 4:23-26; Apocalipse 20:1, 2). Depois disso, será solto e destruído (Apocalipse 20:7-9). Uma vez que o bode emissário só entrava em cena “terminada a expiação” (Levítico 16:20), é evidente que Satanás não participa na expiação dos pecados, mas é destruído por seus próprios pecados e pelos pecados que levou outros a cometerem.

Todos os sacrifícios do santuário constituíam o caminho da salvação pela fé e instruíam o povo de Deus sobre o terrível caráter do pecado e apontava o meio escolhido por Deus para acabar com o pecado, ou seja, o sacrifício do Filho de Deus (João 1:29). Quando Jesus morreu na cruz, o véu do templo, que separava o lugar santo do santíssimo, rasgou-se de alto a baixo, indicando o fim de todo o sistema sacrificial de animais que, por milênios, apontava para a morte do Filho de Deus.

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Bom dia, Cafezinho com Palavra - 03/05/2017

Daniel - A profecia das 2.300 tardes e manhãs - Parte 4
Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!

Dois bodes eram separados no 10º dia do 7º mês. A sorte era lançada sobre ambos, uma para o Senhor e outra para o bode emissário (hebraico Azazel). Após lançar sorte sobre os bodes, o sumo sacerdote tomava um novilho e o matava, e um sacerdote colocava parte do sangue numa tigela, mexendo-o de modo a não coagular. Enquanto isso, o sumo sacerdote tomava brasas do altar onde as ofertas eram queimadas, e colocava-as num incensário. Ele também enchia as mãos de suave incenso e levava ambos para dentro do santuário, no lugar santíssimo, colocava o incensário no propiciatório, o qual era coberto por uma nuvem, para que ele não morresse (Levítico 16:13). Concluída essa parte, o sumo sacerdote saía para receber do sacerdote o sangue do novilho. Então ele levava este sangue para o lugar santíssimo, onde o aspergia com o dedo sobre o propiciatório, em direção à banda do oriente, por sete vezes. Ao voltar do lugar santíssimo, o sumo sacerdote matava o bode da expiação pelos pecados do povo. Tornava a entrar no santíssimo, onde espargia o sangue do bode sobre o propiciatório, como fizera com o sangue do novilho (Levítico 16:15). Depois disso, o sumo sacerdote voltava ao pátio e abençoava o povo. Então, “havendo acabado de fazer expiação pelo santuário, pela tenda da congregação e pelo altar” (Levítico 16:20), fazia chegar o bode vivo, para Azazel, e o enviava ao deserto onde morria. O bode para o Senhor que morria no Dia da Expiação é símbolo de Cristo, que viria ao mundo morrer pelos pecados da humanidade (Isaías 53:7; João 1:29; Apocalipse 13:8).

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Fontes: BíbliaOnline e Guia de Estudo Bíblia Fácil

terça-feira, 2 de maio de 2017

Bom dia, Cafezinho com Palavra - 02/05/2017

Daniel - A profecia das 2.300 tardes e manhãs - Parte 3
Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, o Leão da tribo de Judá!

O serviço anual, Dia da Expiação ou Purificação, ocorria do décimo dia do sétimo mês, chamado de Tishri (Levítico 16:29, 30). Essa festa era a purificação do santuário, que acontecia apenas uma vez ao ano. Era o maior dia em Israel e envolvia uma cerimônia sofisticada. Durante o ano, o santuário era contaminado através dos pecados que eram simbolicamente transferidos para ele através do sangue dos sacrifícios. Assim, o pecado era perdoado e o pecador considerado limpo, mas seus registros ficavam gravados no santuário e o contaminavam. Por isso era necessário que ele fosse purificado. A preparação para as festividades desse dia começava dez dias antes. Esses dias eram de arrependimento, destinados a operar uma perfeita mudança de coração. O sumo sacerdote, que dirigia a cerimônia, tinha uma preparação especial:

1.    Uma semana antes do dia da expiação ele se mudava para os recintos do templo, para oração e meditação;
2.  Não dormia no dia anterior para que não lhe viesse qualquer contaminação;
3.  Banhava-se e vestia vestes santas;
4.  Ele usava um cinto branco e uma mitra de linho sem ostentação para estar diante de Deus.


Antes de começar a expiação pelo povo o sumo sacerdote devia fazer expiação por seus próprios pecados, assim estava limpo para ser um mediador entre Deus e o povo.

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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Bom dia, Cafezinho com Palavra - 01/05/2017

Daniel - A profecia das 2.300 tardes e manhãs - Parte 2
Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, o Leão da tribo de Judá!

Os Serviços no Santuário: No santuário trabalhavam 38.000 Levitas (1 Crônicas 23:3), sendo 288 cantores (1 Crônicas 25:7), 4.000 músicos, 4.000 porteiros (1 Crônicas 23:5), 6.000 oficiais e juízes e ainda sacerdotes que se dividiam em vinte e quatro turnos (1 Crônicas 24:1). Todos estes trabalhavam para tornar possível a mediação e perdão dos pecados do povo de Israel. Dois serviços básicos eram realizados no santuário, “serviço diário e serviço anual”.


No serviço diário os sacrifícios eram feitos na parte da manhã e à tarde, 2 cordeiros oferecidos diariamente, mesmo na Festa da Páscoa, no Pentecostes, no Dia da Expiação ou qualquer outra festa especial. Por isso chamavam-se sacrifícios “contínuos” (Êxodo 29:42), e prefiguravam de forma especial o sacrifício de Cristo na cruz do Calvário. Era oferecido em favor do povo como um todo, não era um sacrifício que o pecador oferecia a Deus, mas sim um sacrifício que Deus oferecia em favor de Seu povo. Isso beneficiava especialmente os pobres, que não possuíam animais para sacrificar, e os israelitas que porventura estivessem distantes do santuário. Havia um animal para cada tipo de pecado, mas o animal comum era o cordeiro. O pecador impunha as mãos sobre a cabeça do animal, confessava seu pecado e em seguida o imolava. O sacerdote tomava o sangue da oferta e levava para dentro do primeiro compartimento do santuário, chamado lugar santo. Em alguns casos, o sangue das ofertas deveria ser aspergido na cortina que separava os compartimentos santo e santíssimo, e ainda colocado sobre os chifres do altar de incenso (Levítico 4:5-7). Este era o princípio de transferência do pecado para dentro do santuário, através do sangue ou através da carne da oferta que o sacerdote comia antes de entrar no santuário. Assim o santuário recebia os pecados diários e, dessa forma, era contaminado e precisava passar por uma purificação.

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Fontes: BíbliaOnline e Guia de Estudo Bíblia Fácil

domingo, 30 de abril de 2017

Bom dia, Cafezinho com Palavra - 30/04/2017

Daniel - A profecia das 2.300 tardes e manhãs - Parte 1
Leiam a Bíblia: Jesus Cristo, o Leão da tribo de Judá!

Nos primeiros séculos da história do cristianismo milhares de cristãos perderam a vida por amor a Cristo. Satanás perseguia todos aqueles que ousassem partilhar o evangelho de Cristo com outros. Tertuliano chegou a afirmar: “O sangue dos mártires é semente”, ou seja, quanto mais cristãos morriam, maior era o número dos novos conversos e com isso o cristianismo avançava e ganhava força. Satanás então mudou de estratégia. Ao invés de perseguir os que pregavam o puro evangelho de Cristo, ele se insinuou dentro da Igreja Cristã e corrompeu a verdadeira fé. A pura doutrina apostólica logo deu lugar às tradições e dogmas vindos do paganismo, e a Igreja Cristã perdeu sua pureza doutrinária. Hoje, quando alguém decide seguir a Cristo, depara-se com o dilema de existir milhares de religiões e todas elas defendendo a legitimidade de sua fé.

A profecia das 2.300 tardes e manhãs

A expressão “tarde e manhã” é tomada do livro de Gênesis, onde Deus, após haver criado o mundo e tudo o que nele há, declara: “houve tarde e manhã...” (ver Gênesis 1:5, 8, 13, 19, 23, 31). Esta expressão, “tarde e manhã”, significa um dia literal de 24 horas. Sabendo o princípio de interpretação profética dia/ano, no qual, um dia profético equivale a um ano literal (ver Números 14:34 e Ezequiel 14:6, 7). Dessa forma, a purificação do santuário, da qual fala Daniel, só ocorreria depois que passassem os 2300 anos.

O Santuário Terrestre: Moisés recebeu a ordem de construir um santuário e este deveria ser construído conforme o modelo que foi mostrado no monte (Êxodo 25:40; Hebreus 8:5), ou seja, o Santuário Celestial. O santuário é o principal tema da Bíblia. O livro do Apocalipse é estruturado no santuário. Ele possui sete divisões e cada uma delas se inicia com a cena no Santuário Celestial.

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Fontes: BíbliaOnline e Guia de Estudo Bíblia Fácil